Filmes gravados em Mato Grosso do Sul

As cidades de Mato Grosso do Sul já foram escolhidas algumas vezes para ambientar as histórias de filmes e novelas.

Fizemos uma lista com produções nacionais que escolheram as ruas e belezas naturais de Mato Grosso do Sul como locação!

“Em Nome da Lei”

Com muita ação e cenários conhecidos dos moradores de Dourados, “Em Nome da Lei” é um longa-metragem inspirado na história do juiz federal Odilon de Oliveira, conhecido pelo trabalho contra o tráfico de drogas na fronteira.

Lançada em 21 de abril de 2016, a produção ocorreu em pontos e locais característicos da cidade sul-mato-grossense e conta com nome como Mateus Solano, Chico Diaz e Paolla Oliveira.

“Não Devore Meu Coração”

O longa-metragem “Não Devore Meu Coração” foi gravado na interiorana Bela Vista, fronteira do Brasil com o Paraguai, local em que se vê a rivalidade existente entre os dois países.

A história do filme é baseada em contos do autor Joca Reiners Terron, que viveu parte da sua infância em Bela Vista e viu de perto essa inimizade fronteiriça, que vem desde a época da Guerra do Paraguai (1864-1870).

O elenco do filme conta com Cauã Reymond, que faz um homem que pertence a uma perigosa gangue de motociclistas da região, e também pessoas de Mato Grosso do Sul que não eram atores profissionais, o que deu à fábula um tom de realidade.

O cantor Ney Matogrosso, que nasceu em Bela Vista, fez uma participação como um capanga de um fazendeiro.

“Olho Nu”

O filme “Olhu Nu” (2014), do diretor Joel Pizzini, reúne shows, videoclipes, entrevistas, aparições em programas de televisão e até gravações caseiras, para apresentar a vida de Ney Matogrosso.

Esse material percorre desde a sua infância até despontar no meio artístico, passando pela fase do grupo Secos & Molhados até alcançar o sucesso em carreira solo.

A história do sul-mato-grossense Ney Mato Grosso começa com cenas filmadas em Bela Vista, sua cidade natal.

“Cabeça a Prêmio”

A trama do filme “Cabeça a Prêmio” gira em torno de dois prósperos irmãos, pecuaristas do centro-oeste brasileiro que também controlam uma pequena rede de negócios ilícitos.

O longa-metragem foi a estreia de Marco Ricca como diretor e a história se passa na paisagem da fronteira entre Brasil, Paraguai e Bolívia, local onde mora a família da história.

As filmagens duraram sete semanas e ocorreram em Bonito, Corumbá, Campo Grande, Sidrolândia, Paulínia (SP) e Bolívia.

O drama ganhou os prêmios de melhor atriz (Alice Braga), ator coadjuvante (Otávio Muller) e atriz coadjuvante (Via Negromonte) no Festival do Rio.

“Terra Vermelha”

Em “Terra Vermelha”, os olhos se voltam ao povo indígena brasileiro, mais precisamente a tribo Guarani-Kaiowá, que vive em Mato Grosso do Sul. Foi lá que o diretor filmou e encontrou os protagonistas desta história.

A produção é de 2008 e conta a história sobre a onda de suicídios entre os guarani-kaiowás, que é muito maior que a média brasileira.

A vida dos índios, muitas vezes em comida, sem trabalho e com muitos conflitos por terra são temas abordados pelo filme, que busca derrubar visões preconceituosas, assumindo uma posição de defesa dos povos indígenas, que se encontram à margem da sociedade.

Cidades de Mato Grosso Sul como cenário para novelas

As belezas naturais das cidades de Mato Grosso do Sul volta e meia fazem parte do cenário das novelas brasileiras.

Como em “A Vida da Gente”, que, entre as cenas gravas, teve uma na cidade de Jardim, usando a Lagoa Misteriosa e o rio da Prata em suas imagens, em 2011.

A novela “Alma Gêmea” também teve seus capítulos iniciais gravados por aqui. Cenas no rio Sucuri, na Gruta do Lago Azul, no rio do Prata e no Aquário Natural completaram a parte da natureza mostrada no início da produção.

Em suas primeiras cenas, “América” foi a Corumbá, em Mato Grosso do Sul, e utilizou o Pantanal como pano de fundo para a história da infância dos protagonistas.

“Pantanal” é até hoje considerada uma das maiores telenovelas de todos os tempos e teve suas principais cenas gravas às margens do rio Negro, na Fazenda Rio Negro, em Aquidauana.

Ainda bem que cenários lindos e paradisíacos não nos faltam!

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