Esta semana do meio ambiente, comemorada de 1º a 5 de junho, coincidiu com a proximidade da paralisação dos caminhoneiros no Brasil e nos gerou reflexão com a notícia de que a diminuição do tráfego causada pela greve reduziu pela metade os índices de poluição na cidade de São Paulo, onde, nesse período, o ar foi considerado de boa qualidade nas estações que o medem.
Se por um lado, a paralisação resultou em graves transtornos. Por outro, ela integrou um ambiente incomum nos índices e efeitos da poluição do ar.
Segundo observado, o episódio deu mais uma lição à população: as pessoas descobriram que podem utilizar menos os seus veículos e aderir ao uso mais racional deles.
Vemos aqui uma excelente oportunidade para pesar alternativas a fim de provocar uma mudança de comportamento para evoluirmos no uso de estratégias de mobilidade sustentável.
Para começar, chama a atenção o episódio que teve um efeito contrário, lá em 2017, quando os metroviários entraram em greve e a poluição atmosférica multiplicou-se, pois, sem metrô, todos saíram de carro. Momento que nos ensinou que o metrô, assim como ônibus e bicicletas, funciona como um redutor da poluição – além do fato de que, sem metrô, ocorreu excesso de mortes no trânsito.
Muitas outras providências podem colaborar! Megacidades já adotaram medidas, como pedágio urbano, calçadas acessíveis, vias sem estacionamentos, limite no número de carros por famílias, recuperação de ferrovias e construção de novas, aluguel de bikes, implantação de sinais inteligentes e de ciclovias e educação no trânsito, todas com baixo investimento, para melhorar tanto a poluição quanto a mobilidade urbana.
Para deslocar-se de maneira mais sustentável é necessário atentar-se às possibilidades de cada região, claro. Mas não seria este um bom momento para o Brasil colocar em prática algumas ideias que têm funcionado em outros lugares? Nossa região pode até não garantir estrutura de qualidade para nossa locomoção, mas apenas a reclamação constante no trânsito não adianta. A mudança precisa partir de nós.
Se por um lado, a paralisação resultou em graves transtornos. Por outro, ela integrou um ambiente incomum nos índices e efeitos da poluição do ar.
Segundo observado, o episódio deu mais uma lição à população: as pessoas descobriram que podem utilizar menos os seus veículos e aderir ao uso mais racional deles.
Vemos aqui uma excelente oportunidade para pesar alternativas a fim de provocar uma mudança de comportamento para evoluirmos no uso de estratégias de mobilidade sustentável.
Para começar, chama a atenção o episódio que teve um efeito contrário, lá em 2017, quando os metroviários entraram em greve e a poluição atmosférica multiplicou-se, pois, sem metrô, todos saíram de carro. Momento que nos ensinou que o metrô, assim como ônibus e bicicletas, funciona como um redutor da poluição – além do fato de que, sem metrô, ocorreu excesso de mortes no trânsito.
Muitas outras providências podem colaborar! Megacidades já adotaram medidas, como pedágio urbano, calçadas acessíveis, vias sem estacionamentos, limite no número de carros por famílias, recuperação de ferrovias e construção de novas, aluguel de bikes, implantação de sinais inteligentes e de ciclovias e educação no trânsito, todas com baixo investimento, para melhorar tanto a poluição quanto a mobilidade urbana.
Para deslocar-se de maneira mais sustentável é necessário atentar-se às possibilidades de cada região, claro. Mas não seria este um bom momento para o Brasil colocar em prática algumas ideias que têm funcionado em outros lugares? Nossa região pode até não garantir estrutura de qualidade para nossa locomoção, mas apenas a reclamação constante no trânsito não adianta. A mudança precisa partir de nós.