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O organização global e independente Greenpeace estimou no ano de 2016, a Coca-Cola estaria sufocando os oceanos com plástico.

A multinacional de refrigerantes respondeu que o seu crescimento de produção fez com que fossem despejadas no mercado 110 bilhões de garrafas, um aumento de 1 bilhão de unidades, em relação ao ano anterior.

São atualmente 3.400 garrafas de plásticos por segundo fabricadas pela gigante multinacional.

O problema é que menos de 50% delas teve destinação correta, como centros de reciclagem, e somente 7% foi transformada em novas garrafas.

Pressão de reposicionamento para a Coca-Cola

Buscando uma nova abordagem da marca, o Greenpeace enviou cerca de 90 mil e-mails para o CEO europeu da Coca-Cola, fazendo um apelo para que a empresa reduza sua produção (sem reciclagem) de plástico e inclua o uso de adesivos em máquinas de bebidas alertando sobre a responsabilidade da empresa na poluição dos oceanos, trocando a palavra Coke por choke, sufocar em inglês.

Sendo assim, a empresa foi forçada a se posicionar de maneira mais sustentável em relação ao meio ambiente. E agora ela firma um compromisso mundial de dar destino correto a 100% de suas embalagens até 2030.


A Coca-Cola informa que essa meta vale para todas as bebidas produzidas pela marca e para todas as filiais, inclusive, no Brasil.

A filial brasileira disse que vai investir em parcerias, coleta e design (embalagens que tentem reduzir insumos na fabricação e aumentar a utilização de matéria-prima reciclada) para atingir a meta de 100% das garrafas com destinação correta.


 

Em 2009 a Coca-Cola Brasil dava seu primeiro passo rumo a um impacto ambiental menor em sua produção ao criar a Plant Bottle, tornando-se pioneira no seu lançamento na América Latina. A Plant Bottle é uma garrafa sustentável, no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal – 30% à base da planta -, a ideia é diminuir a dependência da empresa em relação aos recursos não renováveis, além de reduzir em até 25% as emissões de CO².

Os números mostram que é, cada vez mais, preciso trabalhar com consciência, né?!

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