Energia solar não é só assunto da aula de ciências
aquelemato
26 de abril de 20183 min de leitura0 visualizações
Neste artigo
Publicidade
É bem provável que você já conheça a energia solar e como ela está se tornando a principal fonte de energia limpa do futuro.
Em MS, ela já é presente.
Boa notícia para quem acredita no potencial da energia solar
Peça fundamental no combate a mudanças climáticas e ao estouro no bolso, gerar energia limpa é um processo importante na educação e na preservação de futuras gerações.
Na Escola Estadual Brasilina Ferraz Mantero, no Jardim Leblon, em Campo Grande, o assunto deixou os livros e se tornou realidade.
Com 96 painéis solares instalados há menos de um mês na cobertura da quadra de esportes da escola, a unidade abriga o projeto-piloto exatamente pelo tamanho da cobertura para receber os painéis.
Dessa forma, recebe o título de primeira escola pública de MS a ser autossuficiente em energia limpa.
Logo, a expectativa é de que o sistema produza mensalmente de 31 kwh-p, quantidade suficiente para abastecer a energia elétrica de 28 casas populares.
Além de que vai gerar economia de, pelo menos, R$ 3 mil mensais na conta de luz.
Sem contar a possibilidade de o sistema gerar eletricidade excedente, ou seja, mais do que a escola necessita.
Assim, essa produção extra poderá ser devolvida à rede da concessionária de energia e gerar créditos que o Estado poderá abater em contas de outras escolas – que também têm projetos para instalação de painéis futuramente.
Energia solar é opção menos agressiva ao meio ambiente
O processo de instalação do sistema fotovoltaico é rápido, mas necessita de preparação.
Por isso, é preciso desenvolver um projeto em que uma empresa especializada especifica os componentes que serão instalados.
O sistema fotovoltaico é composto por:
Painéis fotovoltaicos: recebem a radiação solar e geram a corrente elétrica por efeito fotovoltaico;
Inversor solar: a corrente que sai dos painéis chega ao inversor solar como corrente contínua e é transformada em corrente alternada (padrão que chega das redes de transmissão convencionais e que alimenta os aparelhos elétricos);
Relógio de luz bidirecional: fundamental para o sistema de Geração Distribuída, o relógio de luz convencional deve ser trocado pelo bidirecional para que o aparelho registre tanto a eletricidade recebida pela centrais (quando não há produção própria), quanto a energia injetada pelo sistema fotovoltaico na rede elétrica convencional (quando há excesso);
Estruturas para a fixação das placas;
Cabeamento e conectores. Basicamente, as placas solares captam a luz do sol e a transformam em energia elétrica por meio de um processo eletroquímico, chamado de efeito fotovoltaico.
Por termos um vasto território com grande incidência de sol, o Brasil é um dos países com maior potencial do mundo na geração de energia proveniente dos raios solares.
Por isso, Mato Grosso do Sul deu um passo importante para o desenvolvimento sustentável.
Dessa maneira, vemos que é mais do que economia e cuidado com o meio ambiente.
Pois apostar na energia solar representa a oportunidade para que os alunos vejam de perto o funcionamento de uma fonte limpa, renovável e moderna.
Nada mal ter no cotidiano o sentimento de preservação do meio ambiente e a consciência do que é desenvolvimento sustentável.
Com certeza, é um excelente investimento na educação das gerações futuras.
Agora comenta aí!
O que acha desta iniciativa?
É bom ver sempre o melhor de MS, né?!
A gente se vê!
Tchauu.
Vem sendo mais comum cidades do exterior que pagam para morar afim que imigrantes possam aumentar seus índices populacionais em vilas antigas ou municípios que estão se esvaziando
Deixe um comentário