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Maior felino das Américas, a onça-pintada do Pantanal

O maior felino do continente americano atualmente extinta em vários lugares a onça-pintada do Pantanal encontra seu refúgio nesse bioma.

Podendo pesar até 135 kg, ela, que é o maior felino das Américas, tem uma potência única e vive bem aqui no nosso quintal, o Pantanal, a onça-pintada (Panthera onca). Aeeee

Antes de mais nada, ela tem as pintinhas mais lindas que a gente ama, né? E sabia que elas são características individual de cada uma?

Assim como a nossa digital, cada onça possui um padrão único de pintas.

Ou seja, não é à toa que ela é incrível.

Mas que também deixa a gente arrepiado.

Então, bora conhecer um pouco mais deste felino que reina por aqui no nosso bioma Pantanal.

Photo credit: Bart vanDorp on Visualhunt / CC BY

Onça-pintada tem maior mordida entre os felinos

Para começar, a mordida da onça é a mais poderosa entre os felinos, e sua mandíbula pode perfurar a carapaça de uma tartaruga, por exemplo.

Inclusive, o canino da onça pode chegar a 5 cm de comprimento.

Além de ter garras retráteis, que são expostas no momento do ataque.

Diferentemente de outras espécies de felinos, que emitem miados como forma de comunicação, a onça-pintada faz parte do gênero Panthera, assim como o tigre (Panthera tigris), o leão (Panthera leo) e o leopardo (Panthera pardus).

Assim, essas espécies têm uma ossificação incompleta do osso hioide, que se localiza na região da garganta e colabora para um som grave e forte como conhecemos.

Esse som recebe o nome de esturro e é utilizado na comunicação entre as onças-pintadas.

Principalmente no período de reprodução, único momento em que machos e fêmeas se encontram, pois são naturalmente solitários.

Desse encontro, costumam nascer de dois a quatro filhotes, de uma gestação de cerca de 100 dias, com os filhotes permanecendo com a mãe por até 17 meses, quando começam a desgarrar e procurar seu próprio território.

A expectativa de vida da onça-pintada é de 25 anos

Durante a sua vida, a onça-pintada tem como presa natural animais silvestres, como jacarés, porco-do-mato, capivaras, catetos, veados, entre outros.

Para a sorte da onça-pintada, em suas caças, a Panthera onca consegue subir em árvores com facilidade e nadar agilmente, o que pode proporcionar um cardápio bem variado.

Inclusive, o ser humano não faz parte da dieta da onça-pintada, mas claro que existem registros de ataques de onça na região pantaneira.

Bom, sabemos que, mesmo que a onça-pintada esteja acostumada com a presença dos pantaneiros, elas são animais selvagens.

Por isso, uma aproximação sem cuidados, mesmo durante passeios, é expor a onça e as pessoas a um risco muito alto.

A população de onça-pintada está diminuindo

Sempre em movimento, a onça-pintada é um mamífero que pode ser mais ou menos avistado, dependendo do clima, da estação do ano ou das condições naturais.

Atualmente extinta nos Estados Unidos, hoje a onça-pintada vive no México, na América Central e na América do Sul.

Mas é em uma parte do pantanal brasileiro que podemos ver sua pelagem amarelo-dourado e pintas pretas com mais frequência.

Porém, elas comem rebanhos e provocam grande prejuízo financeiro aos fazendeiros.

Por isso, a onça-pintada é alvo de caça no Pantanal, mesmo com a proibição da caça de animais silvestres.

Além da caça de animais silvestres, outras causas da diminuição da população de onças-pintadas no Pantanal são as crescentes alterações ambientais e o desmatamento.

Enfim, precisamos garantir a sobrevivência das onças-pintadas.

Pois, apesar de reinar no topo da cadeia alimentar, a onça-pintada está vulnerável à extinção, como vários animais do Pantanal.

Anda bem que existem organizações que ajudam a conservar as onças-pintadas, como o Instituto Onça-Pintada e a Associação Onçafari.

Inclusive, fica o convite para conhecer e ajudar, se puder.

Assim, a criação do Dia da Onça-Pintada, em 29 de novembro, vem com este papel desde outubro de 2018.

Então, se o objetivo é conscientizar sobre os desafios para a conservação desse felino que está ameaçado de extinção, compartilhe com todo mundo este post!

Afinal, como não se preocupar em cuidar de um nossos maiores símbolos?


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