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Mato Grosso do Sul

Artistas de Mato Grosso do Sul

Separamos aqui alguns dos artistas de Mato Grosso do Sul que retratam o cenário da terrinha em diferentes formatos, cores e sentimentos.

A lista de artistas de Mato Grosso do Sul está cada vez mais extensa, ainda bem!

Por isso, separamos aqui alguns dos artistas sul-mato-grossenses que retratam o cenário da terrinha em diferentes formatos, cores e sentimentos.

www.daltrojr.blogspot.com

Daltro

Epaminondas Pedreira Daltro Júnior ou apenas Daltro, é um dos artistas de Mato Grosso do Sul que tem grande carisma e simplicidade.

Em seus quadros expressionistas, Daltro registra referências de Mato Grosso do Sul, como pescadores, lavadeiras, tocadores de violas-de-cocho – instrumento do folclore pantaneiro -, famílias na festa do Banho de São João e outros personagens que imagina.

O pintor também pratica o impressionismo, quando retrata paisagens do Pantanal, de Corumbá e do patrimônio arquitetônico da cidade.

http://edsoncaztro.blogspot.com/

Edson Castro

Um dos artistas plásticos sul-mato-grossenses de mais destaque na atualidade, o corumbaense Edson Castro, que estava radicado em Paris desde 2009, tem um trabalho entre o abstrato e o figurado.

Com traços fortes que nascem da sua maior inspiração, o Pantanal, Edson Castro conquistou seu espaço e reconhecimento fora de Mato Grosso do Sul.

Em 2016, o artista ganhou um curta-metragem que leva o seu nome, em que passeia entre as memórias de seus quadros.

http://marlenemourao.blogspot.com

Peninha Mourão

Nascida em Coxim, mas residente em Corumbá, Marlene “Peninha” Mourão é reconhecida pelo seu traço bico de pena e por promover a beleza do Pantanal em aquarelas.

Além de artista plástica, Peninha também é escritora e poeta.

Assim, ela lançou os trabalhos “Azul Dentro do Banheiro”, 1976 (poesia). “Pacu Era um Peixe Que Vivia Feliz nas Águas do Rio Paraguai”, 2002 (fic), “Mariadadô, o Livro” ( seleção de tirinhas do personagem que desenvolveu, Mariadadô ), de 2012.

Jorapimo

Precursor da pintura moderna em Mato Grosso do Sul, José Ramão Pinto de Moraes – ou Jorapimo -, nasceu em Corumbá.

De antemão, começou a pintar aos 14 anos, quando embalagens de medicamentos o inspiraram com artistas, como Van Gogh e Cândido Portinari, que costumam vir impressos.

Jorapimo ganhou reconhecimento ao representar a rotina do homem pantaneiro e as belezas de Mato Grosso do Sul, retratando o amor por sua terra natal.

Como esperado, o artista plástico participou de exposições em grandes centros do país, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Surpreendentemente, mais que isso, sua obra foi até cidades do Japão, Bolívia, Colômbia, Alemanha e Estados Unidos.

Jorapimo morreu em novembro de 2009.

Humberto Augusto Miranda Espíndola

Primeiro artista do Centro-Oeste a se destacar no cenário da arte contemporânea brasileira, Humberto Espíndola nasceu em Campo Grande, em 1943.

Assim como muitos artistas que se inspiraram nele, seu trabalho é voltado a temáticas regionais, com pinturas inspiradas na bovinocultura.

Foi o criador do Museu de Arte e Cultura Popular, em Cuiabá, e recebeu diversos prêmios por seus trabalhos.

Na capital sul-mato-grossense, ele é cofundador do Centro de Cultura Referencial de Mato Grosso do Sul e é autor do Monumento à Cabeça de Boi, de ferro e aço, instalado na praça Cuiabá, em 1996.

Humberto Espíndola realizou várias exposições, no Brasil e em outros países.

Por exemplo, ele tem obras em museus como o Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo e a Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Vera Senefonte

Residente em Mato Grosso do Sul há mais de 20 anos, Vera Senefonte é formada em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Logo percebe-se que as obras de Vera Selefonte demonstram grande representação da identidade sul-mato-grossense.

Pois ela traz temas como natureza selvagem, regionalidade e astúcia sempre em pauta.

A artista já participou de exposições individuais e coletivas em vários países, recebendo convite para expor, divulgar e comercializar seus trabalhos na Art Gallery em Nova York.

https://www.flickr.com/photos/[email protected]/

Thetis Selingardi

Com tendência abstracionista, Thetis Maia Selingardi é uma artista plástica brasileira nascida em Campo Grande, MS.

Nesse sentido, ela representa a geração dos anos 1980 e compõe um acervo que se inicia da década de 1970, antes da divisão do Estado.

Thetis é consagrada com críticas de artes nacionais.

Joubert Pantaneiro

Nascido no interior de Mato Grosso do Sul, em Corumbá, Joubert ganhou o apelido de Pantaneiro.

Isso em razão de suas origens e dos traços das figuras retratadas em suas pinturas.

Pintor de excelentes obras naif, Joubert Pantaneiro usa uma pesada camada de tinta para dar o resultado surpreendente nas suas obras.

Além de pintor, ele é escultor, gravador e tapeceiro.

Priscilla Pessoa

Com uma arte única, Priscilla Pessoa é um dos nomes mais recentes de destaque na pintura entre os artistas de Mato Grosso do Sul.

Em seus trabalhos, a artista trata de conceitos atuais do nosso dia a dia traz muitas representações da mulher, quebrando a barreira da arte.

Ela já expôs suas obras em inúmeras mostras e salões de arte ao longo de sua carreira.

Pedro Guilherme

Natural de Coxim, interior de Mato Grosso do Sul, Pedro Guilherme é pintor e escultor.

Ele já possui diversas exposições coletivas, individuais e premiações em salões de arte.

Além de alguns murais públicos, Pedro Guilherme é autor de duas grandes esculturas muito conhecidas: na Lagoa Itatiaia e o casal de peixes do Lago do Amor.

Pra finalizar, ele é o idealizador da “Confraria Socialista”, movimento cultural do Estado que reúne artistas em busca da ocupação dos espaços públicos, com o objetivo de despontar a consciência coletiva por meio das artes.

Isaac de Oliveira

Conhecido por retratar com cores fortes a natureza sul-mato-grossense, Isaac de Oliveira viveu no coração do Pantanal.

Uma vez que o artista usou sua arte como forma de expressão, levou a exuberância da natureza do Pantanal, com delicadeza, profundidade e sensibilidade.

Infelizmente, perdemos o artista em 2019, por uma complicação cardíaca.

Mas não será esquecido.

Ele deixou obras que ultrapassam fronteiras.

Atualmente, seu imenso trabalho pode ser admirado em diversos países, inundando a alma de todos os apreciadores da arte.

Se acaso ainda quiser ter uma obra do artista, é possível encontrar produtos em seu site.

Cleir Ávila

Cleir está entre os mais expressivos artistas de Mato Grosso do Sul.

Em primeiro lugar, pra falar de Cleir Ávila Ferreira Júnior, é impossível não começar pelo seu lindo trabalho mural nas laterais dos prédios de Campo Grande.

Com o propósito de mostrar nosso Pantanal, em 1994, ele iniciou A Onça Pintada”, 50m de altura e 220m² , e logo em seguida a obra “Tuiuiús”, 40m de altura e 300m²), seu segundo mural.

Em 1995 pinta a “Arara Azul”, 45m de altura e 430mm2).

Posteriormente, vemos o “Monumento das Araras”, construído em 1996, também em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Logo depois, em 1998, Corumbá foi a cidade que ganhou uma obra, um mural de 700m², em que vemos a arara-vermelha em uma parede e, nas outras duas, um dourado.

São muitas as obras importantes que podemos citar.

Recentemente, em parceria com o Sicredi e a Infraero, o artista plástico revitalizou os três tuiuiús (Zé Bicudo, Majestoso e Asa Branca) do monumento Pantanal Sul, que fica na Praça Brigadeiro Faria Lima.

Por fim, Cleir Ávila é natural de Campo Grande, autodidata que pinta profissionalmente desde os 18 anos.

Inegavelmente, iniciou com influência hiper-realista, retratando temas regionais e ecológicos, principalmente a natureza pantaneira, ponto forte, quase sempre presente em sua arte.

Tem algum preferido ou lembra de algum nome que não fez parte da nossa lista?
Conte pra gente nos comentários!


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  1. Comentado em 7 de janeiro de 2019 por Iara Carolina de Assis Pereira Barbosa

    Nilva Barroso (Três Lagoas) Isaac de Oliveira (Campo Grande).
    Abraço.

  2. Comentado em 20 de julho de 2019 por Magali Souza

    Incluam Adilson Schieffer
    Tem um trabalho valoroso

  3. Comentado em 16 de setembro de 2019 por celsa

    Vocês esqueceram de Jonir fIGUEIREDO.

  4. Comentado em 23 de junho de 2020 por Adriana Gonçalves Dias

    vocês esqueceram de Cleir Avila.senti falta