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A Surucucu do brejo é uma serpente distribuída por toda a América do Sul, por aqui conhecida como surucucu-do-Pantanal (Hydrodynastes gigas).

Inegavelmente, um animal que dá arrepios de olhar.

Mesmo assim, algumas pessoas até caçam a serpente para criar.

Isso porque ela é bem bonita, se parece uma naja e não é venenosa. 

Então, bora saber por que esta é uma das serpentes mais interessantes e temidas da região.

Onde vive a cobra surucucu

Como já dito, a surucucu-do-Pantanal vive por toda a América do Sul.

Assim, ela pode ser encontrada desde o leste da Bolívia até o sul do Brasil, no Paraguai e na Argentina.

Por isso, ela é conhecida por vários nomes, dependendo da região.

Então, alguns lugares a chamam como pepéu, jararacuçu-do-brejo, víbora-lacradora e boipevaçu, entre outros.

Porém, ela pode ser encontrada em áreas secas.

Embora não seja seu habitat favorecido.

Inclusive, ela prefere brejos por ser uma excelente nadadora.

Com toda a certeza, este é um diferencial que a faz perigosa.

Principalmente porque a gente já sabe que ela não é venenosa.

Então, o que faz ela ser uma serpente temida por todos?

Isso acontece em razão do comportamento agressivo que ela pode apresentar.

Antes de mais nada porque o bote dela já assusta.

Além do fato de ser uma cobra bastante grande, podendo atingir até 3m de comprimento.

Então, só de dar de cara com ela já é um susto, né?!

Mesmo que não seja uma ameaça em relação ao veneno, atenção à mordida.

Porque uma mordida da surucucu-do-Pantanal pode ser bem dolorosa.

Pois ela tem uma mandíbula extremamente poderosa, que agarra e não solta.

Ainda mais que ela tem uma personalidade forte e é considerada bastante inteligente.

Ou seja, ela tem estratégias únicas para caçar suas presas.

Com o fim de capturar seu alimento, ela usa a cauda para espantar as presas que ficam abrigadas em moitas.

Dessa forma, as presas ficam expostas ao seu ataque.

Assim, esse movimento de mexer a cauda recebe o nome de esquadrinhamento.

Mas não para por aí.

Inesperadamente, ela ainda pode comer animais mortos.

Então, segue abaixo para descobrir o que a surucucu-do-Pantanal come.

O que a surucucu-do-Pantanal come?

Geralmente, as serpentes consomem alimentos vivos ou matam para, em seguida, comê-los.

Porém, já existem relatos de que a sucuri-do-Pantanal come animais já mortos antes.

Ou seja, a alimentação dela ainda pode ser à base de cadáveres.

Isto é conhecido como necrofagia.

Normalmente, esta espécie adora comer peixes, anfíbios, répteis, aves e pequenos mamíferos.

Além disso, elas têm a habilidade de achatar o pescoço como ação defensiva.

Dessa forma, ela parece maior e mais intimidadora.

Inclusive, não só o pescoço.

Pois ela consegue achatar áreas mais adiantes em seu corpo também.

De fato, uma característica que outras não têm.

Aliás, ela tem uma outra peculiaridade única.

Pois só ela coloca a língua para fora o tempo todo.

Isso porque ela não respira da mesma forma que a gente.

Ou seja, ao colocar a língua para fora, ela traz partículas de ar grudadas na língua diretamente para um órgão que fica dentro da cabeça.

Dessa maneira, este órgão interpreta o gosto como um cheiro.

Assim, essas serpentes podem gerar de 8 a 12 ovos.

Em geral, os filhotes nascem com cerca de 20 centímetros e pesando em torno de 40 gramas.

Apesar de pequenos, não se engane.

Mesmo filhotes, eles já nascem tão bravinhos quanto a mãe, podendo até brigar entre eles.

Embora seja um animal encantador, melhor deixá-lo na floresta, né?

Ainda que algumas pessoas gostaria de tê-la em cativeiro.

O que você acha?

Se acaso preferir uma cobra mais inofensiva, clique para conhecer a dormideira, uma jararaquinha fofa.

Mas se o tamanho for o que chama a sua atenção, corre aqui e veja a sucuri.

Por fim, comenta aí se já se deparou com essa surucucu!

A gente se vê nas trilhas.

Tchauu!

Aquele Mato

Somos a Lua e o Diogo. Dois sul-mato-grossenses que criaram este espaço pra falar do nosso amor pelo Estado e mergulhar na nossa cultura. Queríamos um lugar não só para os amantes da natureza e das nossas belezas, mas também para quem se interessa pela história e quer ler, pensar e trocar experiências vividas por aqui.

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Surucucu-do-Pantanal, a cobra mais temida

A Surucucu do brejo é uma serpente distribuída por toda a América do Sul, por aqui conhecida como surucucu-do-Pantanal (Hydrodynastes gigas).

Inegavelmente, um animal que dá arrepios de olhar.

Mesmo assim, algumas pessoas até caçam a serpente para criar.

Isso porque ela é bem bonita, se parece uma naja e não é venenosa. 

Então, bora saber por que esta é uma das serpentes mais interessantes e temidas da região.

Onde vive a cobra surucucu

Como já dito, a surucucu-do-Pantanal vive por toda a América do Sul.

Assim, ela pode ser encontrada desde o leste da Bolívia até o sul do Brasil, no Paraguai e na Argentina.

Por isso, ela é conhecida por vários nomes, dependendo da região.

Então, alguns lugares a chamam como pepéu, jararacuçu-do-brejo, víbora-lacradora e boipevaçu, entre outros.

Porém, ela pode ser encontrada em áreas secas.

Embora não seja seu habitat favorecido.

Inclusive, ela prefere brejos por ser uma excelente nadadora.

Com toda a certeza, este é um diferencial que a faz perigosa.

Principalmente porque a gente já sabe que ela não é venenosa.

Então, o que faz ela ser uma serpente temida por todos?

Isso acontece em razão do comportamento agressivo que ela pode apresentar.

Antes de mais nada porque o bote dela já assusta.

Além do fato de ser uma cobra bastante grande, podendo atingir até 3m de comprimento.

Então, só de dar de cara com ela já é um susto, né?!

Mesmo que não seja uma ameaça em relação ao veneno, atenção à mordida.

Porque uma mordida da surucucu-do-Pantanal pode ser bem dolorosa.

Pois ela tem uma mandíbula extremamente poderosa, que agarra e não solta.

Ainda mais que ela tem uma personalidade forte e é considerada bastante inteligente.

Ou seja, ela tem estratégias únicas para caçar suas presas.

Com o fim de capturar seu alimento, ela usa a cauda para espantar as presas que ficam abrigadas em moitas.

Dessa forma, as presas ficam expostas ao seu ataque.

Assim, esse movimento de mexer a cauda recebe o nome de esquadrinhamento.

Mas não para por aí.

Inesperadamente, ela ainda pode comer animais mortos.

Então, segue abaixo para descobrir o que a surucucu-do-Pantanal come.

O que a surucucu-do-Pantanal come?

Geralmente, as serpentes consomem alimentos vivos ou matam para, em seguida, comê-los.

Porém, já existem relatos de que a sucuri-do-Pantanal come animais já mortos antes.

Ou seja, a alimentação dela ainda pode ser à base de cadáveres.

Isto é conhecido como necrofagia.

Normalmente, esta espécie adora comer peixes, anfíbios, répteis, aves e pequenos mamíferos.

Além disso, elas têm a habilidade de achatar o pescoço como ação defensiva.

Dessa forma, ela parece maior e mais intimidadora.

Inclusive, não só o pescoço.

Pois ela consegue achatar áreas mais adiantes em seu corpo também.

De fato, uma característica que outras não têm.

Aliás, ela tem uma outra peculiaridade única.

Pois só ela coloca a língua para fora o tempo todo.

Isso porque ela não respira da mesma forma que a gente.

Ou seja, ao colocar a língua para fora, ela traz partículas de ar grudadas na língua diretamente para um órgão que fica dentro da cabeça.

Dessa maneira, este órgão interpreta o gosto como um cheiro.

Assim, essas serpentes podem gerar de 8 a 12 ovos.

Em geral, os filhotes nascem com cerca de 20 centímetros e pesando em torno de 40 gramas.

Apesar de pequenos, não se engane.

Mesmo filhotes, eles já nascem tão bravinhos quanto a mãe, podendo até brigar entre eles.

Embora seja um animal encantador, melhor deixá-lo na floresta, né?

Ainda que algumas pessoas gostaria de tê-la em cativeiro.

O que você acha?

Se acaso preferir uma cobra mais inofensiva, clique para conhecer a dormideira, uma jararaquinha fofa.

Mas se o tamanho for o que chama a sua atenção, corre aqui e veja a sucuri.

Por fim, comenta aí se já se deparou com essa surucucu!

A gente se vê nas trilhas.

Tchauu!

Aquele Mato

Somos a Lua e o Diogo. Dois sul-mato-grossenses que criaram este espaço pra falar do nosso amor pelo Estado e mergulhar na nossa cultura. Queríamos um lugar não só para os amantes da natureza e das nossas belezas, mas também para quem se interessa pela história e quer ler, pensar e trocar experiências vividas por aqui.

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