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Crianças que fizeram a diferença

As crianças ativistas são cada vez mais comuns na busca pela melhora de vida no mundo em setores como problemas sociais, políticos e ambientais.

Bora conhecer as crianças que fizeram a diferença no mundo?

Pois é, Mateiros, alguns baixinhos estão cada vez mais comprometidos com o futuro.

Ainda bem!

Essas crianças estão em busca da melhora em vários setores na nossa sociedade.

Mesmo quando não damos os melhores exemplos…

Inclusive, algumas dessas crianças que fizeram a diferença lutam desde muito cedo contra problemas sociais, políticos e ambientais.

Logo vemos que eles estão chegando pra revolucionar.

Em relação ao meio ambiente, por exemplo, a jovem sueca Greta Thunberg, nascida em 2003, se tornou um nome forte do ativismo contra as mudanças climáticas.

Desde que decidiu faltar aula para protestar solitariamente com seu cartaz em frente ao parlamento sueco, em Estocolmo, sua voz ganhou força e cresceu.

Hoje, ela reúne mais de um milhão de crianças e adolescentes em mais de 100 países.

Assim como ela, outros jovens nomes preocupados assumiram responsabilidade de gente grande.

Prontos pra conhecer crianças que inspiram gente grande?

Então, bora!

Inspire-se nessas crianças que fizeram a diferença

Nina Gualinga

Nina Gualinga é ativista indígena da Amazônia equatoriana.

Surpreendentemente, ela atua desde os oito anos de idade.

Por isso, ela ganhou o prêmio de melhor conservação da juventude do WWF.

Autumn Peltier

Pra começar, uma defensora da água limpa e do clima.

Entre as crianças que fizeram a diferença, a canadense Autumn Peltier foi chamada de “guerreira da água”.

Dessa forma, ela falou aos líderes mundiais na Assembleia Geral da ONU.

Claro, o assunto foi a questão da proteção da água.

Isso em 2018, aos 13 anos.

Leah Namugerwa

A jovem Leah Namugerwa é uma ugandense nascida em 2004 e está no topo da lista das crianças que fizeram a diferença.

Inesperadamente, ela faz parte do grupo de ativistas do movimento “Sextas-feiras pelo Futuro”.

Com esse movimento, ela recebeu o prêmio de direitos humanos da Anistia Internacional por seu trabalho.

Assim, continuou liderando campanhas sobre a implementação de uma restrição às sacolas plásticas.

Além de alertar sobre o desmatamento maciço, assim como às secas prolongadas e cheias atribuídas às mudanças climáticas.

Jamie Margolin

Jamie Margolin é a fundadora, aos 15 anos, da ong Zero Hour, que organiza mobilizações e marchas pelos Estados Unidos e pelo mundo.

Dessa forma, o foco é buscar conscientização sobre como convivemos com o meio ambiente e nossos hábitos de consumo.

A Marcha da Juventude pelo Clima em julho de 2018 levou milhares de crianças e adolescentes às ruas das principais cidades do planeta.

Aymara Cuevas

Quando tinha apenas nove anos, Aymara Cuevas já pertencia a um grupo de crianças e jovens que processaram o governo colombiano por não proteger a floresta amazônica.

Assim, ela é um dos 25 autores, 11 dos quais menores de 18 anos, que agem perante os tribunais do país.

Em abril de 2018, os jovens processaram com sucesso o governo colombiano, por não proteger a floresta amazônica.

Logo, eles perceberam que essa vitória era apenas o começo.

Depois de um ano, pediram novamente contas ao governo.

Dessa vez. por não terem agido de acordo com a decisão do Supremo Tribunal Federal.

Graças a eles, hoje a Amazônia colombiana é reconhecida como sujeito de direito e o Estado tem a obrigação de construir um “pacto entre gerações”.

Inclusive, o Governo é advertido de que o desmatamento provoca “um prejuízo iminente e grave para todos os colombianos, para as gerações do presente e do futuro, pois amplia incontrolavelmente a emissão de dióxido de carbono para a atmosfera”.

Xiuhtezcatl Martinez

Xiuhtezcatl Martinez é o asteca-americano nascido nos anos 2000.

Ele é um jovem diretor da ong Earth Guardians, que busca empoderar crianças e jovens a terem oportunidade para desenvolver soluções e inovações para os principais problemas do mundo atual.

Porém, ele vai além de apenas ser mais um membro da tribo.

Pois mostrou desde cedo sua força para organizar atitudes por mudanças na política ambiental.

Tanto local quanto global.

Principalmente, quando estas políticas se deparam com os direitos de grupos indígenas.

Ele se põe à frente de crianças e jovens do mundo na proteção aos animais, plantas e ecossistemas do planeta.

Assi, ele visa a evitar os piores efeitos das mudanças climáticas.

Severn Suzuki

Severn foi a pioneira, a primeira voz infantil a se expressar global e contundentemente pela sustentabilidade.

Em 6 minutos falando para líderes na ECO 92, no Rio de Janeiro, Severn foi a primeira criança que falou sobre mudanças de atitude ambiental e sustentabilidade.

Assim, ela explicou que a possibilidade de um futuro melhor estaria ao alcance de todas as pessoas, por meio de um planeta saudável para todos.

“Se não sabem como recuperar, parem de destruir”, Severn Suzuki, na ECO 92.

Em 2012, 20 anos depois, também no Rio de Janeiro, Severn voltou.

Assim, mensagem era a mesma: desenvolvimento sustentável e justiça intergeracional, mais necessária e forte.

Severn abriu portas.

Depois dela, uma onda de novas vozes apareceram, nos lembrando que devemos sair da inércia em que nos encontramos e agir pelo futuro de todos.

Ultimamente, ficamos on-line e esquecemos de nos conectar com o que importa: a natureza.

A fim de inspirar nossos pequenos a amar e cuidar da natureza, deixa eles brincarem!

Afinal, temos que aproveitar que as cidades de Mato Grosso do Sul também são para as crianças.


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