Degradação ambiental e a importância da fiscalização em MS
aquelemato
10 de outubro de 20184 min de leitura0 visualizações
Para controlar a degradação ambiental em Mato Grosso do Sul, existem orgãos competentes afim de garantir a discalização de crimes ambientais.
Publicidade
Usada para garantir a utilização correta dos recursos naturais e evitar a degradação ambiental, a fiscalização faz-se cada vez mais necessária, em um momento em que os olhares se voltam para a abundância natural de Mato Grosso do Sul e do nosso Pantanal.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.
Conforme esse Art. 225, da Constituição Federal do Brasil, o Poder Público tem o dever de assegurar a efetividade desse direito.
Vários fatores da sociedade precisam da fiscalização ambiental, como empresas que usam recursos naturais, hidroelétricas, fábricas de cimento e, claro, o cidadão comum, que corta árvore sem autorização ou emite sons acima do normal.
Todos têm suas ações controladas pelo Estado. Ou precisam ter!
Para isso, o fiscal ambiental usa de meios, como advertências, multas, embargos, apreensões e interdições, para vigiar as condutas de possíveis poluidores e utilizadores de recursos naturais.
Toda pessoa física ou jurídica autuada, no entanto, tem o direito de apresentar defesa contra o auto de infração.
Legislação ambiental define normas e infrações para a degradação ambiental
Para escapar da degradação ambiental e garantir a fiscalização de crimes ambientais, existe a legislação ambiental, com leis específicas, em que os órgãos fiscalizadores do meio ambiente atuam em esferas do poder público.
O Ibama é o órgão competente para decretar auto de infração ambiental e instaurar o processo administrativo de apuração da infração na esfera federal, conforme a Lei de Crimes Ambientais, Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.
No entanto, a fim de assegurar a ampla defesa do meio ambiente, a fiscalização ambiental ainda é compartilhada com os demais entes da federação.
Outras instituições voltadas para esse fim em Mato Grosso do Sul, realizando a fiscalização propriamente dita, são a Polícia Militar Ambiental e o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de MS vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar – Semagro).
Em Mato Grosso do Sul, a Polícia Militar Ambiental é quem está encarregada das missões de preservação da ordem pública e do policiamento ostensivo em todo o Estado sul-mato-grossense.
Lembrando que Mato Grosso do Sul tem território com 358.158,7 km², população estimada em 2.713.147 de habitantes e uma faixa de fronteira com 1.517 km de extensão, sendo 1.131 km, com o Paraguai, e 386 km, com a Bolívia.
As atribuições de polícia ambiental foram concedidas ao Ibama pela Lei nº 7.735, de 22 de fevereiro de 1989.
Em outubro, a PMA começou a operação Pré-piracema em Mato Grosso do Sul, visando prevenir e reprimir a pesca predatória.
A operação vai até o dia 5 de novembro, quando se inicia o período de fechamento da pesca na Bacia do Rio Paraguai.
Nesse período, equipes do Imasul também intensificam o trabalho de monitoramento dos cardumes
Entre outras competências, o Imasul concede o licenciamento ambiental e realiza o fiscalização de obras, empreendimentos e atividades efetivas ou potencialmente poluidoras e ou modificadoras do meio ambiente.
Apesar de nem sempre ser cumprida adequadamente, a legislação brasileira é uma das mais completas que existem, e a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais dependem de ações conjuntas das instituições governamentais e não governamentais.
Para colaborar com esse trabalho, todo cidadão pode servir como fonte de informações afim de evitar a degradação ambiental, avisando os órgãos fiscalizadores sobre a ocorrência de infrações.
Então, denuncie!
Ibama (MS) – (67) 3317-2951 e 3317- 2966
Polícia Militar Ambiental – (67) 3357-1501
Imasul – (67) 3318-5600
Antes de fazer um papel punitivo, a fiscalização é essencial para evitar a degradação ambiental, a fim de que que todos possam executar suas atividades conforme a lei e de forma que preserve nosso patrimônio e seu valor inestimável.
Vem sendo mais comum cidades do exterior que pagam para morar afim que imigrantes possam aumentar seus índices populacionais em vilas antigas ou municípios que estão se esvaziando
Fragmentação de seu habitat por consequência da expansão urbana e agropecuária, atropelamentos e outros fatores influenciam na iminente extinção do lobo-guará.
Deixe um comentário