Uma barcaça afundou na manhã deste sábado (31) no Terminal Privativo Gregório Curvo, em Porto Esperança, Corumbá, na Hidrovia do Paraguai. A Marinha abriu inquérito; a LHG Mining diz que não houve feridos.
O terminal fica às margens do rio Paraguai, na região de Corumbá, em pleno Pantanal sul-mato-grossense, e é operado pela LHG Mining. Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), movimentou 5,6 milhões de toneladas de minério em 2025, escoadas pela hidrovia.

O que se sabe sobre o afundamento
De acordo com a LHG Mining, o incidente ocorreu na manhã de sábado. A embarcação pertence a um armador parceiro da empresa. Até a publicação desta matéria, não foram divulgados a carga, o tamanho da barcaça nem se ela estava carregada.
A Capitania Fluvial do Pantanal, da Marinha do Brasil, identificou a embarcação e instaurou um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN). A apuração vai colher depoimentos e documentos para esclarecer causas e responsabilidades, e a Marinha afirma que ainda não é possível antecipar conclusões.
E o rio? O que ainda falta esclarecer
Não há, até agora, relato de vazamento, derramamento ou contaminação da água. A Capitania diz que adotará medidas para garantir a segurança da navegação e a prevenção da poluição ambiental. A empresa informou que apura as causas e colabora com as autoridades.
Como o rio Paraguai é a espinha dorsal do Pantanal, a retirada da embarcação e o monitoramento da qualidade da água no trecho são os pontos a acompanhar nos próximos dias.
Marinha deve definir medidas de segurança
Quem trabalha com pesca e turismo no rio Paraguai, na região de Corumbá, deve acompanhar os avisos da Capitania Fluvial do Pantanal. Atualizaremos a matéria quando houver novas informações sobre a carga e a remoção da barcaça.
Fontes
Campo Grande News (31/10/2026); nota da LHG Mining; Capitania Fluvial do Pantanal (Marinha do Brasil), conforme relatado pela reportagem; dados de movimentação da Antaq.
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