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Animais que encontramos em safári no Pantanal

Fomos admirar as belezas naturais de MS e avistamos muitos animais incríveis em um safári no Pantanal.

Para isso, escolhemos a região de Miranda, Portal do Pantanal, que é um excelente local para ficar mais perto de toda a exuberância do Pantanal brasileiro.

Entre as diversas opções de passeios, flutuamos nas águas serenas da região em uma chalana do Pantanal.

Com as águas do corixo repletas de alfaces d’água (Pistia stratiotes), os jacarés-do-pantanal se escondiam entre as plantas aquáticas.

Assim foi o início do nosso safári no Pantanal, que conta com diversos mamíferos e aves.

Bora conhecer?

Animais do Pantanal em seu habitat natural

Para começar a falar do nosso encontro com os animais do Pantanal, temos as aves.

Além de muitos jacarés, avistamos diferentes pássaros na região, ainda em cima da chalana.

Com mais de 460 tipos de aves, o Pantanal nos proporciona muitas oportunidades de conhecer pássaros diversos.

Por isso, antes de enfrentar o safári no Pantanal, encontramos algumas espécies.

Tais como o martim-pescador (Megaceryle torquata), a cegonha tabuiaiá (Ciconia maguari) e o gavião-belo (Busarellus nigricollis).

Destas espécies, podemos trazer algumas características interessantes:

  • Martim-pescador (Megaceryle torquata)

É uma ave que voa alto e tem bico excepcionalmente enorme e chamado estridente.

Além disso, ele ninho em buracos localizados em barrancos, geralmente ao longo de cursos d’água.

  • Cegonha tabuiaiá (Ciconia maguari)

Pode medir até 1,4m de altura e ter uma envergadura de mais de 2m. Quando jovem, tem a plumagem escura, mas depois é mesclada com o branco.

Além de ter a pele exposta avermelhada entre o bico e o olho amarelo.

Alimenta-se de invertebrados aquáticos, crustáceos, anfíbios, cobras aquáticas e peixes.

  • Gavião-belo (Busarellus nigricollis)

Como as demais, o gavião-belo é fácil de ser avistado às margens de lagos, rios e pântanos.

Facilmente, podemos identificá-lo em razão da plumagem marrom-ferrugínea que faz contraste com a cabeça branca e o colar preto na garganta.

Safári no Pantanal com focagem noturna

Depois da nossa reunião com jacarés e algumas aves, era hora do safári no Pantanal.

Dessa maneira, aproveitamos a noite para fazer a trilha de carro a fim de fazer focagem noturna.

Ou seja, observar os animais do Pantanal que têm hábitos noturnos.

Logo que saímos, não demorou para avistarmos o tapiti (Sylvilagus brasiliensis), o coelho do Pantanal, que se alimenta de cascas, brotos e talos de muitos vegetais.

Andando mais um pouco, uma jaguatirica, terceiro maior felino das Américas.

Solitária entre os arbustos, ela ficou nos observando de volta.

Depois veio o cachorro-do-mato (Cerdocyon thous) ou lobinho.

Assim, o lobinho tem o costume de vagar em pares, em busca de alimento.

Quando se separam, eles mantêm contato por latidos de alta frequência a longas distâncias.

Surpreendentemente, chegou a hora de vermos a rara onça-parda.

O segundo maior felinos das Américas ficou de longe nos observando, desconfiada.

Bom pra gente, pois a onça-parda é bem oportunista e não perde uma chance de se alimentar.

Era hora de continuar no dia seguinte o safári no Pantanal.

Ao amanhecer, já fomos surpreendidos por um cervo-do-pantanal(Blastocerus dichotomus), que foi bastante visto durante todo o passeio.

Este é o maior cervídeo da América do Sul, podendo chegar até a 2,1 m de altura, incluindo a galhada.

Porém, apenas os machos possuem chifres, que caem e voltam a crescer a cada ano.

De repente, era preciso fazer mais silêncio.

Pois havia um macaco-prego (Spajus nigritus) na árvore ao lado.

Aliás, não era apenas um!

A princípio, tímidos. Depois ficaram mais à vontade e, mesmo com a rapidez dos seus pulos, deu para observá-los bem de pertinho.

Claro que, por um passeio no Pantanal, não dá pra ignorar nossas queridas capivaras.

Mas, apesar de tanta possibilidade de encontrar mais felinos e mamíferos, as aves imperam.

Aves encontradas no Pantanal

Além do gavião-belo e do martim-pescador, em um safári no Pantanal ainda vemos outras aves.

Tais como garça-real (Pilherodius pileatus), tuiuiú (Jabiru mycteria), gavião-preto (Urubitinga urubitinga) e príncipe-negro (Aratinga nenday).

Com certeza, entre as que mais avistamos estão a curicaca, o cafezinho (Jacana jacana) e maria-faceira (Syrigma sibilatrix).

Além de araras-canindés e emas, claro!

Assim,

O que levar para fazer safári no Pantanal?

Sem dúvidas, fazer safári no Pantanal é uma das mais incríveis experiências para todo mateiro.

Todavia, é preciso se preparar.

Assim como qualquer imersão no mato, é essencial levar protetor solar, óculos de sol, boné, repelente e estar com roupas leves.

Além de muita água sempre, né?!

Definitivamente, binóculos são bastante úteis nesse passeio.

Mas também não dá pra esquecer sua câmera ou celular para registrar momentos tão gostosos como estes.

Para finalizar, tão importante quanto levar tudo é não deixar seu lixo para trás!

Então, lembre-se de recolhê-lo e descartá-lo em local apropriado depois.

Como resultado, nossa natureza se mantém exuberante e os animais têm sua casa preservada.

Enfim, este é um dos passeios mais sensacionais que fizemos.

Mas agora queremos saber se você também se empolga para fazer um safári no Pantanal.

Comenta aí!

A gente se vê nas trilhas.

Aquele Mato

Somos a Lua e o Diogo. Dois sul-mato-grossenses que criaram este espaço pra falar do nosso amor pelo Estado e mergulhar na nossa cultura. Queríamos um lugar não só para os amantes da natureza e das nossas belezas, mas também para quem se interessa pela história e quer ler, pensar e trocar experiências vividas por aqui.

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